Jovens são os mais afetados pela crise econômica

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A análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que os jovens são os que são os mais atingidos pela crise econômica.

Fonte: TV Brasil

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Mercado informal impulsiona queda do desemprego

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Em tempos de crise, os brasileiros estão encontrando um jeito de garantir o ganha pão, seja por atividade por conta própria ou trabalhando sem registro, na informalidade. Entre os desempregados que arrumaram uma nova vaga, só a minoria conseguiu emprego com carteira assinada, em uma empresa ou setor público. Para especialistas, a recuperação do mercado de trabalho formal vai ser lenta e depende de mais investimentos no País.

Fonte: Jornal da Record

4,1 Milhões de brasileiros foram para pobreza

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Segundo dados do IPEA, crise empurrou 4,1 milhões de brasileiros para a faixa de pobreza em 2015, e 1,4 milhão à extrema pobreza.

Fonte: Canal Futura

13,5 milhões de brasileiros continuam sem trabalho

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Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam queda do desemprego no segundo trimestre e aumento do mercado informal.

Fonte: Jornal da Band

Menor inflação em 12 meses não é motivo para comemorar

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O governo Michel Temer comemorou que a inflação acumulada nos últimos 12 meses ficou abaixo da meta definida pelo Banco Central, de 4,5% ao ano. Mas economistas alertam que, na verdade, a inflação caiu por motivos ruins. Entre eles, o desemprego e a queda no poder de compra dos trabalhadores.

Fonte: Rede TVT

Medo de ficar desempregado cresce entre os brasileiros

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Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o medo de ficar desempregado vem crescendo desde 2014. Em julho, o índice chegou a 66 pontos em uma escala de 0 a 100, um dos maiores da história. Em paralelo, o mesmo estudo mostrou que o nível de satisfação com a vida está entre os mais baixos.

Fonte: Jornalismo SBT

Brasileiros recorrem à confeitaria para driblar o desemprego

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Com o aumento do desemprego, cresceu também a procura por cursos de panificação e confeitaria. Os alunos buscam a capacitação profissional para vender um produto caseiro, de melhor qualidade. O setor representa 2% do PIB do País.

Fonte: Jornal da Record