Vinícola Monte Agudo

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Vinho e belas paisagens. São Joaquim, em Santa Catarina, se firma como um importante roteiro turístico e tem nos vinhos finos de altitude um dos principais atrativos.

Fonte: TV Epagri

Turistas desfrutam da beleza das piscinas naturais no litoral de Alagoas

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Uma jangada parte da praia de São Miguel dos Milagres e adentra uma área de preservação da vida animal com piscinas naturais, que atraem diversos turistas. Mas, as visitas só podem ser feitas com os jangadeiros da região, pois foram treinados para ensinar os visitantes o que pode e o que não pode ser feito no local. E a beleza dos recifes de corais é tão impressionante que não é preciso mergulhar para apreciá-los.

Fonte: Jornal da Record

Turismo começa a se recuperar

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Mesmo com a lenta recuperação econômica, nesses primeiros meses do ano, as agências de viagens começaram a retomar as vendas de pacotes turísticos. Isso inclui o movimento dos peregrinos em busca dos lugares sagrados.

Fonte: TV Canção Nova

Propriedade oferece aos visitantes bons momentos junto à natureza

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O cheiro do campo, trilha na mata nativa, banho de sanga, comida no fogão a lenha, churrasco no fogo de chão, etc., são lembranças que remetem aos bons tempos de infância. Uma propriedade familiar, no interior de Passo Fundo, no Rio Grande do Sil, resgata essas lembranças da vida no campo, é a Fazenda Tropeiro Camponez, que reúne uma boa programação pra quem quer passar bons momentos em meio à natureza!

Fonte: Emater/RS-Ascar

Festa do Chocolate de Gramado

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Além das belas paisagens, a cidade de Gramado atrai milhares de turistas pelo seu chocolate; ainda mais nessa época do ano. As ruas coloridas, com ovos por todos os lados, e as mais de 30 fábricas de doces fazem a alegria dos visitantes. Difícil, mesmo, é resistir à tentação!

Fonte: Jornal da Record

Brasil nos Trilhos – III

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Na última reportagem da série “Brasil nos Trilhos”, o dia a dia dos ferroviários: uma profissão que ainda tem muito espaço para crescer em um país continental como o brasil.

Fonte: TV Cultura

Pesca e turismo rural em Sarandi (RS)

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O município de Sarandi, no interior gaúcho, vem se caracterizando por apresentar boas oportunidades para a prática de turismo rural, visitar as propriedades rurais é também participar de bons momentos de laser em meio a natureza.

Fonte: Emater/RS-Ascar

Trilhas unem os amantes da caminhada

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Muitas pessoas preferem caminhar ao ar livre do que encarar a esteira na academia. E existem muitas opções de trilhas em meio à natureza em várias partes do Brasil. Inclusive, alguns romances já começaram durante esses trajetos. Como é o caso de Salomão e Alice, eles se apaixonaram em uma trilha e, há cinco anos, estão juntos.

Fonte: Jornal da Record

Brasil nos Trilhos – I

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Um meio de transporte seguro, barato e pouco poluente. Principal forma de locomoção até a primeira metade do século 20, o trem perdeu terreno para carros, ônibus e caminhões. A primeira reportagem da série “Brasil nos Trilhos” mostra como os trens urbanos podem agilizar o tráfego das metrópoles e integrar a população de pequenas cidades.

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Fonte: Jornalismo TV Cultura

Brasil nos Trilhos – II

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Apenas duas linhas de trens levam e trazem passageiros pelo país. Os outros trechos viraram pequenos roteiros turísticos. Na segunda reportagem da série “Brasil nos Trilhos”, destaca-se a importância dos trens para o desenvolvimento das cidades por onde eles passam.

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Fonte: Jornalismo TV Cultura

Cerejeiras colorem parques de Tóquio na época da "sakura"

[category turismo]

[tags cerejeiras,Japão]

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Tóquio vive nesta semana o período da “Sakura”, época em que as cerejeiras florescem e que marca o início da primavera, um dos momentos mais esperados pelos japoneses. Milhares de pessoas começaram a festejar a chegada da nova estação e estão indo aos parques da capital japonesa para fazer piqueniques embaixo das cerejeiras durante esse período de floração que dura apenas duas semanas.

Fonte: EFE Brasil

Porto Alegre rural

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A cidade de Porto Alegre está completando 245 anos de fundação, a capital dos gaúchos possui uma importante área rural. A população urbana é beneficiada por uma grande área verde e uma qualificada produção agrícola. Conheça a Porto Alegre rural.

FONTE: Emater/RS-Ascar

Fazenda escola aproxima crianças de animais

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Uma fazenda escola na região de Porto Alegre, ensina as crianças a se aproximar com animais. Essa é a primeira fazenda de turismo rural pedagógico do Brasil. Confira na reportagem.

FONTE: Negócios da Terra

Graças ao Carnaval, turismo deve movimentar R$ 6 bilhões no Brasil

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Com ou sem crise econômica, os foliões vão curtir o Carnaval no Brasil. E, cerca de 70% do lucro com os turistas será só em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os bares, restaurantes e hotéis vão ficar mais cheios. E o turismo deve movimentar R$ 5,8 bilhões no Brasil.

FONTE: Jornal da Record

2017 é o Ano Internacional do Turismo Sustentável

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Durante uma Assembleia-Geral, a Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu atribuir ao ano de 2017 o título de Ano Internacional do Turismo Sustentável. Conheça melhor essa proposta, que afeta a economia, o meio ambiente, a política e o combate às desigualdades sociais.

FONTE: UnB TV

Governo de Santa Catarina investe em internet e telefonia móvel para o meio rural

O meio rural catarinense está cada vez mais conectado. Santa Catarina tem projeto pioneiro para levar internet e telefonia móvel para municípios com carência em infraestrutura de comunicação básica. Em fase final de instalação, o Projeto Piloto em Comunidades Rurais Digitais atenderá onze cidades com a instalação de antenas repetidoras de sinal de internet e telefonia. A ação, executada pela Secretaria da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, conta com investimentos de R$ 5,5 milhões do Programa SC Rural.

Pinheiro Preto, no meio-oeste catarinense, é um dos onze municípios beneficiados pelo Projeto e terá cobertura de internet em 90% do seu território. Para viabilizar o acesso, o Projeto contou com a implantação de uma torre localizada na prefeitura e outras quatro antenas repetidoras. Com todos os equipamentos já instalados, o município aguarda apenas as licenças de operação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e da Fundação do Meio Ambiente (Fatma). A expectativa é de que o Projeto seja lançado no próximo mês de fevereiro de 2017.

O secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, explica que, com a internet e telefonia, muitos serviços poderão ser oferecidos para o cidadão, como por exemplo: comércio eletrônico, ensino à distância, turismo rural dentre outros. Além de oferecer a oportunidade de inclusão digital e inclusão social às comunidades rurais. “O interior tem a mesma necessidade de se comunicar do que as cidades. Hoje não se tem desenvolvimento sem infraestrutura. O telefone e a internet são ferramentas que precisam estar na mão do cidadão, onde ele morar”, ressalta.

Além de Pinheiro Preto, os municípios de Ipuaçu, Catanduvas, Bom Retiro, Major Vieira, Trombudo Central, Botuverá, Bocaina do Sul, Pedras Grandes, Tigrinhos e Anitápolis também terão a infraestrutura para instalação de internet e telefonia móvel. Em alguns casos, as torres repetidoras de sinal são totalmente alimentadas por energia solar, gerada por painéis e kits de bateria.

Esta semana o gerente de tecnologia da informação da Secretaria da Agricultura e da Pesca, Fabio Luiz Ferri, e o consultor técnico, Marcos Vinicius Vanzin, visitaram os municípios atendidos para verificar as estruturas de telecomunicações, qualidade dos sinais de transmissão entre as torres e a configuração dos sistemas de cadastramento dos usuários e gestão dos conteúdos. Durante 24 meses, os custos de implantação, manutenção, operação e gestão ficarão a cargo da Secretaria. Após esse período, o município será responsável pelos custos.

Segundo o secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional de Videira, Euro Vieceli, o Projeto leva informação ao homem do campo. “Uma iniciativa pioneira e revolucionária. Somos sabedores da importância de conter o êxodo rural, mas só haverá iniciativas efetivas quando as condições para permanecer no campo forem boas, e a internet é um item indispensável” afirma.

FONTE: Secretaria da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina
Agência de Desenvolvimento Regional de Videira
Ana Ceron e Josiane Zago – Jornalistas
Telefones: (48)-3664-4417 e (49) 3533-5417
E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br

Setor agropecuário atrai investimentos de jovens catarinenses

Jovens catarinenses voltam a viver no meio rural e investem no setor agropecuário. Em Santa Catarina, com oportunidades de renda e qualidade de vida, filhos de agricultores escolhem permanecer no meio rural e dar continuidade ao trabalho dos pais. Foi justamente o que aconteceu com Marli Brand, agricultora de São Bento do Sul, que decidiu trabalhar com bovinocultura de leite e morar no interior. A decisão foi tomada há dois anos, após participar do Curso de Liderança, Gestão e Empreendedorismo, oferecido gratuitamente pelo Programa SC Rural.

Durante os cursos, os jovens conhecem novas tecnologias e desenvolvem iniciativas que agregam valor aos produtos da agricultura familiar. Após a formação, Marli elaborou um projeto de investimento e recebeu apoio financeiro do SC Rural para construção de uma sala de ordenha e aquisição de equipamentos.

O objetivo do projeto foi melhorar a ergonomia no trabalho, a qualidade do leite e o conforto dos animais, além de dar um destino correto aos dejetos. A construção está em ritmo intenso e a expectativa é de que tudo fique pronto em três meses. “Foram quatro gerações trabalhando no mesmo local. Já está na hora de trocar de local e modernizar a atividade”, ressalta Marli.

O próximo passo da família Brand é explorar a produção de leite à base de pasto. Para isso, o plantio de forrageiras perenes de verão está em curso, além da divisão dos piquetes, que terão água e sombra para os animais. Marli também quer implantar o melhoramento genético do rebanho. “O jovem quer permanecer no campo, mas hoje, sem usar tecnologia, maximizar os lucros e racionalizar o trabalho, a atividade não motiva ninguém a continuar. As ferramentas existem, basta ter disposição para usá-las”, destaca o engenheiro agrônomo da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) em São Bento do Sul, Rogério Pietrzacka.

Curso de Liderança, Gestão e Empreendedorismo

A formação de jovens agricultores é uma ação do Programa SC Rural e objetiva estimular a liderança, desenvolver iniciativas, oportunizar a inserção do jovem no mundo digital e nas redes sociais, além de consolidar a consciência ambiental nos processos produtivos, no lazer e na cultura local.

Desde 2013 já foram ministrados mais de 25 cursos em 13 Centros de Treinamentos da Epagri, alcançando jovens oriundos das 27 regiões do Estado. Os cursos variam de oito a dez semanas e as aulas são em esquema de alternância, que preconiza etapas que mesclam teoria e prática. Os jovens elegem uma temática de acordo com seu interesse, com o objetivo de despertar o seu potencial empreendedor.

Após a formação, os alunos elaboram projetos de investimentos individuais ou comunitários e as melhores propostas são selecionadas e recebem apoio financeiro do SC Rural para serem executadas, com contrapartida do agricultor. Já são mais de 500 jovens beneficiados com recursos para investimentos em mais de 450 projetos de melhoria de processo produtivo, agregação de valor, turismo rural, entre outros. Os recursos já passam dos R$ 8 milhões, com mais de R$ 5 milhões repassados pelo Programa SC Rural.

Programa SC Rural

O Programa SC Rural nasceu em 2011 e termina em junho de 2017, é executado pelo Governo do Estado em parceria com o Banco Mundial e destina recursos não reembolsáveis a empreendimentos da agricultura familiar, mediante contrapartida dos beneficiários. Os empreendimentos apoiados abrangem atividades agrícolas ou não agrícolas (como o turismo rural) por meio de projetos de caráter estruturante, de melhorias de sistemas produtivos ou planos de negócios, além de outras ações implementadas por cooperativas e associações de agricultores familiares.

O SC Rural é coordenado pela Secretaria da Agricultura e da Pesca e, por envolver atividades multissetoriais, é executado por diversas instituições: Epagri, Cidasc, Fatma, Polícia Militar Ambiental, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes, Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Secretaria de Infraestrutura.

FONTE: Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina
Ana Ceron e Cinthia Andruchak Freitas – Jornalistas
Telefone: (48) 3665-5147 e (48) 3664-4417

UFV tem concursos abertos para professores

A Universidade Federal de Viçosa (UFV) está com inscrições abertas para seleções de professores nos campi Viçosa e Florestal. Os editais e formulários estão disponíveis na página da Secretaria de Órgãos Colegiados na internet. Confira as vagas:

Centro de Ciências Biológicas e da Saúde

Departamento de Biologia Geral
Classe: Professor Substituto (Edital de Seleção nº 107/2016) – DOU nº 10, de 13.01.2017
Área/Subárea: Citologia, Histologia e Embriologia
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação em Ciências Biológicas, Medicina e Medicina Veterinária
Inscrição: até 28 de janeiro de 2017

Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Departamento de Engenharia Civil
Classe: Professor Substituto (Edital de Seleção nº 108/2016) – DOU nº 10, de 13.01.2017
Área/Subárea: Estruturas
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação em Engenharia Civil
Inscrição: até 23 de janeiro de 2017

Departamento de Matemática
Classe: Professor Classe A – com denominação Adjunto A – I DE (Edital de Concurso Público nº 103/2016) – DOU nº 246, de 23.12.2016
Área/Subárea: Educação Matemática/Educação Matemática
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação em Matemática ou Matemática Aplicada e Doutorado em Educação ou Educação Matemática ou Ensino de Matemática
Inscrição: até 25 de janeiro de 2017

Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes

Departamento de Educação
Classe: Professor Classe A – com denominação Adjunto A – I DE (Edital de Concurso Público nº 105/2016) – DOU nº 250, de 29.12.2016
Área/Subárea: Psicologia/Psicologia
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação em Pedagogia ou Psicologia e Doutorado em Educação ou Psicologia
Inscrição: até 28 de janeiro de 2017

Campus UFV – Florestal

Classe: Professor Visitante (Edital de Seleção nº 96/2016) – DOU nº 231, de 02.12.2016
Área/Subárea: Biologia Vegetal e Biologia Celular
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação e título de Doutor em Biologia Vegetal com ênfase em Anatomia Vegetal, com tese defendida há, pelo menos, 2 (dois) anos
Inscrição: até 02 de fevereiro de 2017

Classe: Professor Substituto (Edital de Seleção nº 02/2017) – DOU nº 10, de 13.01.2017
Área/Subárea: Direito/Direito Público, Privado e do Trabalho
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação em Direito
Inscrição: até 23 de janeiro de 2017

Classe: Professor Substituto (Edital de Seleção nº 03/2017) – DOU nº 10, de 13.01.2017
Área/Subárea: Filosofia e Sociologia
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação em Ciências Sociais, História ou Filosofia
Inscrição: até 23 de janeiro de 2017

Classe: Professor Substituto (Edital de Seleção nº 04/2017) — DOU nº 10, de 13.01.2017
Área/Subárea: Hospedagem e Geografia/Turismo, Hotelaria e Geografia
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação em Turismo e/ou Hotelaria
Inscrição: até 23 de janeiro de 2017

Classe: Professor Substituto (Edital de Seleção nº 05/2017) — DOU nº 10, de 13.01.2017
Área/Subárea: Letras/Língua Inglesa
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação em Letras/Língua Inglesa
Inscrição: até 23 de janeiro de 2017

Classe: Professor Substituto (Edital de Seleção nº 06/2017) – DOU nº 10, de 13.01.2017
Área/Subárea: Matemática
Nº vagas: 01
Titulação exigida: Graduação em Matemática ou áreas afins
Inscrição: até 23 de janeiro de 2017

FONTE: Universidade Federal de Viçosa

Manutenção das três principais bacias hidrográficas do país depende da preservação do Cerrado

Depois de quatro anos de negociação e da realização de estudos fundiários, socioeconômicos e ambientais envolvendo o governo estadual de Goiás e o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a comunidade que reside nas proximidades do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás, está na expectativa de que a área do parque seja ampliada de 65 mil hectares para 222 mil, no próximo mês.

Segundo o chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Fernando Tatagiba, “a área atual do Parque, do ponto de vista da conservação, é considerada pequena, porque é insuficiente para garantir a sobrevivência de animais grandes”, como “a onça-pintada, a suçuarana, o lobo-guará, que estão na lista de animais ameaçados de extinção”. Na avaliação dele, a possibilidade de ampliar a área do parque para 222 mil hectares não só garantiria a conservação dos animais que precisam de mais espaço, mas permitiria “conservar também ecossistemas muito ameaçados e que não estão protegidos pelos limites atuais do parque nacional”.

Na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line por telefone, Tatagiba explica que a conservação do parque nacional e do Cerrado como um todo é fundamental “porque o Cerrado abriga as três principais bacias hidrográficas do país: a do Rio da Prata, a do Rio São Francisco e boa parte da Bacia Amazônica, dado que Tapajós e Tocantins nascem no bioma Cerrado. As nascentes mais altas do Rio Tocantins estão na Chapada dos Veadeiros, e o Cerrado é conhecido como berço das águas. Então, ao conservar os ecossistemas do Cerrado, estamos conservando recursos hídricos, que são fundamentais para a manutenção da vida como um todo”.

O biólogo frisa ainda que é possível “adequar a produção agropecuária à conservação da biodiversidade”, estabelecendo “reservas legais de modo a formar corredores ecológicos para que seja possível ligar a biodiversidade dos imóveis privados com a biodiversidade do parque nacional”.

Fernando Tatagiba é graduado em Biologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em Ciências Biológicas pelo Museu Nacional da UFRJ. Atuou como analista ambiental do Ministério do Meio Ambiente e atualmente é chefe do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

Confira a entrevista.

IHU On-Line — Quais são os impasses envolvidos na ampliação do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros — PNCV? Quais as propostas do Ministério do Meio Ambiente — MMA, do Instituto Chico Mendes de Conservação da BiodiversidadeICMBio e, de outro lado, as propostas do governo de Goiás em relação ao Parque?

Fernando Tatagiba — O processo de ampliação do parque nacional começou há quatro anos. Nesse período, realizou-se uma série de estudos fundiários, socioeconômicos e de relevância ambiental da área a ser ampliada. Ao longo do processo, em setembro de 2015, foram realizadas três reuniões de consultas públicas, nas quais foi apresentada à comunidade do entorno uma proposta em termos de qual seria o limite do parque. Depois das consultas públicas, foram feitas diversas reuniões entre membros do governo federal, proprietários de terras e o governo de Goiás, para dirimir e tentar superar alguns conflitos de interesses. Nesse processo, a proposta de ampliação da área foi sendo lapidada e foram retirados atrativos turísticos privados, foram retiradas fazendas com produção agropecuária, bem como as Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) e imóveis que já tinham iniciado o processo de reconhecimento da RPPN.

A área inicial proposta para a ampliação do parque era próxima de 250 mil hectares, mas, devido às negociações multilaterais, o MMA e o ICMBio chegaram a uma proposta de 222 mil hectares. Desse total, o governo do Estado de Goiás pediu que fossem retirados os imóveis que não têm título da terra, para que fosse feito o processo de regularização fundiária das terras e, assim, elas fossem incorporadas ao parque depois. A negociação está nesse ponto, e essa é uma fase natural de um processo de criação ou ampliação de uma área de unidade de conservação que tem como base o diálogo e a negociação. Hoje os gabinetes do MMA e o do governo de Goiás estão negociando o que será uma área ideal para ampliação do parque nacional.

Uma forma de garantir a proteção da Chapada dos Veadeiros é através da ampliação do Parque Nacional
IHU On-Line — Quais são os argumentos e interesses daqueles que defendem a ampliação do Parque e dos que são contrários a ela? O que seria uma área ideal para o Parque neste momento?

Fernando Tatagiba — É difícil dizer o que seria uma área ideal para uma unidade de conservação integral, como é o parque nacional. O ideal é sempre frente ao possível. Entretanto, é importante dizer que estamos falando da conservação da biodiversidade. Hoje, na Chapada dos Veadeiros e no Cerrado como um todo, habitam espécies que, para sobreviverem, requerem grandes extensões de terra, como, por exemplo, a onça-pintada, a suçuarana, o lobo-guará, que estão na lista de animais ameaçados de extinção. A área atual do parque, 65 mil hectares, do ponto de vista da conservação é considerada pequena, porque é insuficiente para garantir a sobrevivência de animais grandes. Passar de 65 mil para algo em torno de 220 mil hectares seria mais adequado para a conservação dessas espécies, como também seria possível conservar ecossistemas muito ameaçados e que não estão protegidos pelos limites atuais do parque nacional.

A forma como a Reserva Legal de uma determinada área é estabelecida num espaço possibilita criar corredores de biodiversidade entre o Parque Nacional e o espaço externo.

IHU On-Line — Então há risco de perda de biodiversidade e de espécies da fauna, caso a área do parque nacional não seja ampliada?

Fernando Tatagiba — Há risco, sim, porque as áreas que não estão protegidas na forma de parque nacional ou de outro tipo de unidade de conservação de proteção integral estão sujeitas à supressão de vegetação, ou seja, ao desmatamento. É justamente isso que observamos no Cerrado como um todo e em algumas áreas da Chapada dos Veadeiros, que cobre uma área muito maior do que a do parque nacional. No limite sul da Chapada dos Veadeiros, já se percebem os efeitos da expansão da agropecuária. Então, existem áreas que estão sendo convertidas para a produção de grão ou gado. Uma forma de garantir a proteção da Chapada dos Veadeiros é através da ampliação do parque nacional.

IHU On-Line — Quais são as principais ameaças ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros hoje? A produção de soja em larga escala se tornou um problema ambiental para a região?

Fernando Tatagiba — De certa forma sim, mas há mecanismos que possibilitam adequar a produção agropecuária à conservação da biodiversidade. O Código Florestal estabelece mecanismos de conservação de vegetação de beira de rio, a manutenção de um percentual da terra de uma fazenda para a conservação, na forma de Reserva Legal. A forma como a Reserva Legal de uma determinada área é estabelecida num espaço possibilita criar corredores de biodiversidade entre o Parque Nacional e o espaço externo. Quando falamos de ameaças estamos falando das ameaças ao ecossistema e à sua biodiversidade, ou seja, das espécies que transitam entre o Parque Nacional e o seu entorno. Então, o que acontece fora do Parque pode ameaçar a integridade das comunidades protegidas pela Unidade de Conservação. A supressão de ecossistemas naturais fora do Parque também impacta o próprio Parque Nacional, porque está impactando negativamente os animais e plantas que vivem ali.

IHU On-Line — Há quanto tempo têm se intensificado os monocultivos nas proximidades do Parque Nacional? Já há propostas de fazer um manejo que concilie a preservação do Parque com a agricultura?

Fernando Tatagiba — Há. Uma das propostas tem relação com a implantação do Plano de Manejo da APA de Pouso Alto, porque a Área de Preservação de Pouso Alto é uma unidade de conservação estadual que circunda o Parque Nacional como um todo. Esse Plano de Manejo estabelece condições mais restritivas para a implementação da agricultura. Então, os proprietários não devem desmatar as áreas que estiverem mais perto do Parque Nacional ou de determinadas áreas mais sensíveis do ponto de vista ecológico. Outra medida é um projeto que está sendo financiado pelo MMA em parceria com o Fundo Brasileiro de Conservação da Biodiversidade, para auxiliar os proprietários rurais do entorno do Parque a fazerem o Cadastro Ambiental Rural — CAR. O que se propõe então é que se estabeleçam as Reservas Legais de modo a formar corredores ecológicos para que seja possível ligar a biodiversidade dos imóveis privados com a biodiversidade do Parque Nacional.

IHU On-Line — Como a discussão sobre a ampliação do Parque está repercutindo entre a comunidade local?

Fernando Tatagiba — De maneira geral, a percepção da comunidade com relação à ampliação do parque é bastante positiva. Claro que há setores, empresas e pessoas que veem isso de forma negativa, especialmente aqueles que terão seus imóveis afetados por conta da ampliação. Com relação a esses, é fundamental esclarecer que nenhuma área produtiva será afetada. Então, aqueles que têm imóveis podem ficar tranquilos, porque as áreas produtivas das fazendas estão sendo excluídas da ampliação do parque.

A maior parte da comunidade do entorno vê a ampliação de forma produtiva, porque o parque é bastante importante para a economia da região. Existe uma pesquisa de mestrado, que será defendida no início deste ano, que estima em R$ 70 milhões as receitas advindas da visita ao parque nacional, considerando os dados de 2015. Hoje, o município de Alto Paraíso de Goiás é o principal beneficiário econômico da visitação do parque, mas atualmente já trabalhamos para a abertura de um portão do parque no município de Cavalcante, porque 65% da área do parque está nesse município, que ainda não é beneficiado com a visitação. Com a ampliação da área, o parque passará a abranger mais dois municípios, Nova Roma e Teresina de Goiás. Com isso esperamos que, a partir da ampliação do turismo nesses municípios, o parque passe a ganhar mais visibilidade e impulso em termos de economia. Estamos trabalhando para que o parque nacional seja um indutor econômico em toda a região.

É fundamental esclarecer que nenhuma área produtiva será afetada pela ampliação do Parque
IHU On-Line — Há uma estimativa de quando será concluído o processo de negociação da ampliação do Parque Nacional?

Fernando Tatagiba — Hoje a negociação está na esfera do gabinete do ministro do MMA e do governador de Goiás. Em setembro de 2016, teria sido decretada a ampliação do parque, mas o governador, atendendo a um pedido do setor agrícola e agropecuário do estado, solicitou ao ministro do MMA um prazo de seis meses para aprofundar algumas análises fundiárias para ter mais segurança em relação à ampliação. Esse prazo termina em fevereiro, e a nossa expectativa, que trabalhamos na gestão do parque nacional, e da comunidade, que vê na ampliação uma oportunidade de desenvolvimento da região, é que a qualquer momento, a partir de fevereiro, seja decretada a ampliação do parque.

Conservar o Cerrado e o Parque Nacional e trabalhar para a ampliação do Parque significa garantir as condições de vida e bem-estar para o próprio ser humano.

IHU On-Line — Qual a importância do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros em termos de ecossistema e da preservação do Cerrado, especialmente para evitar a crise hídrica?

Fernando Tatagiba — Vemos como fundamental a conservação do Cerrado e do Parque Nacional, especialmente porque o Cerrado abriga as três principais bacias hidrográficas do país: a do Rio da Prata, a do Rio São Francisco e boa parte da Bacia Amazônica, dado que Tapajós e Tocantins nascem no bioma Cerrado. As nascentes mais altas do Rio Tocantins estão na Chapada dos Veadeiros, e o Cerrado é conhecido como berço das águas. Então, ao conservar os ecossistemas do Cerrado, estamos conservando recursos hídricos, que são fundamentais para a manutenção da vida como um todo. Conservar o Cerrado e o parque nacional e trabalhar para a ampliação do parque significa garantir as condições de vida e bem-estar para o próprio ser humano.

FONTE: IHU On-line

Brasil está sentado em bomba-relógio, diz especialista sobre febre amarela

O aumento de casos de febre amarela silvestre (transmitida em regiões rurais e de mata) em Minas Gerais pode ser um surto cíclico da doença, como o já observado em 2009. Mesmo assim, o país corre risco de ver um retorno dela às áreas urbanas, avaliam pesquisadores.

Desde o início de janeiro de 2017, 23 casos suspeitos foram notificados no interior de Minas Gerais – 14 deles levaram à morte dos pacientes. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, 16 deles são considerados prováveis, após exames apontarem a presença do vírus, mas ainda estão sendo investigados.

No interior de São Paulo, uma morte foi confirmada como causada pela febre amarela silvestre em dezembro de 2016, a primeira desde 2009.

“Já esperávamos um surto maior da febre amarela silvestre, mas devemos nos preocupar, sim. Estamos sentados em uma bomba-relógio”, disse à BBC Brasil o epidemiologista Eduardo Massad, da Universidade de São Paulo (USP).

“Precisamos entender o risco de reintrodução de febre amarela urbana, o que seria uma enorme tragédia, talvez maior do que zika, dengue e chikungunya juntas – porque ela mata quase 50% das pessoas que não são tratadas.”

A febre amarela é considerada endêmica nas regiões rurais e de mata do Brasil, onde é transmitida por mosquitos de espécies diferentes, como o Haemagogus e o Sabethes, para macacos e, ocasionalmente, para humanos não vacinados. Mas não há registro de casos em áreas urbanas – onde o vetor é o mosquito Aedes aegypti – desde 1942.

O Ministério da Saúde notificou a Organização Mundial da Saúde (OMS) dos casos, seguindo recomendação do Regulamento Sanitário Internacional de informar à organização ocorrências importantes de saúde pública.

Em 2016, o Brasil teve seis casos da doença confirmados, segundo o governo. O último surto da febre amarela silvestre ocorreu entre 2008 e 2009, quando 51 ocorrências foram confirmadas.

A pasta também afirmou que enviou duas equipes e cerca de 285 mil doses de vacina contra a febre amarela para Minas Gerais para controlar a doença. Pessoas nas áreas onde há registro de casos serão vacinadas, e, em seguida, moradores de municípios vizinhos.

Em sua fase inicial, que dura de três a cinco dias, a febre amarela causa calafrios, febre, dores de cabeça e no corpo, cansaço, perda de apetite, náuseas e vômitos. Em sua fase mais grave, a doença provoca hemorragias e insuficiência nos rins e no fígado, o que pode levar à morte.

Macacos

Atualmente, 15 municípios mineiros estão em situação de alerta para a febre amarela. Também estão sendo monitoradas cidades onde ainda não houve casos em humanos, mas que registraram mortes de macacos possivelmente causadas pela doença.

O monitoramento ocorre normalmente no Brasil todos os anos, especialmente entre dezembro e maio, considerado o período de maior probabilidade de transmissão da febre amarela.

A bióloga Marcia Chame, coordenadora da Plataforma Institucional de Biodiversidade e Saúde Silvestre na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Rio, diz que as autoridades de saúde no Brasil já haviam percebido que os surtos extravasam o ambiente das florestas aproximadamente a cada sete anos e atingem mais seres humanos no interior do país.

“Este surto maior é cíclico e, por isso, já há atenção sobre isso. Isso tem relação com todas as atividades humanas que invadem a floresta. E no Brasil também temos um processo importante de perda de ambientes naturais”, disse à BBC Brasil.

Segundo ela, o aumento das mortes de macacos – principais hospedeiros do vírus no ciclo de transmissão silvestre – é o principal indicativo de que o surto pode estar se aproximando das populações humanas.

“Desde 1940 não temos ciclos, no Brasil, de transmissão deste vírus pelo Aedes aegypti, só pelo Haemagogus. A morte de macacos perto de pessoas mostra que um ciclo que deveria estar limitado ao ambiente das matas está mais perto das áreas onde vivem humanos. E quando eles estão próximos, é mais fácil para o mosquito passar o vírus para uma pessoa”, explica.

“Em 2009, no Rio Grande do Sul, as pessoas chegaram a matar os macacos, achando que eles transmitiam a doença, mas ele nos presta um serviço, porque é o sentinela. É importante notificar as autoridades dessas mortes.”

Na Fiocruz, a equipe liderada por Chame tenta entender o que causa esses surtos de maior proporção na tentativa de evitar, também, que o vírus volte às cidades.

“Estamos modelando a ocorrência de febre amarela contra 7,2 mil parâmetros ambientais, climatológicos e outros, para tentarmos identificar que variáveis que causam isso, mas é muito complexo”, explica.

“Elas acontecem em ambientes diferentes, com espécies de macacos e de mosquitos vetores diferentes. Precisamos que a população nos ajude a identificar esses animais e o que está ao redor dos locais onde são encontrados – empreendimentos imobiliários, construções.”

O receio, diz ela, é que com a diminuição das áreas florestais, animais que foram infectados frequentem cada vez mais os centros urbanos em busca de alimento e abrigo. Lá, eles também poderiam ser picados pelo Aedes aegypti, abundante nas cidades brasileiras.

Retorno

Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas que moram ou têm viagem planejada para áreas silvestres, rurais ou de mata verifiquem se estão vacinadas contra a febre amarela. Em geral, a vacina passa a fazer efeito após um período de dez dias.

O risco de que moradores de áreas endêmicas e até ecoturistas contraiam o vírus e o levem para cidades maiores é a principal preocupação dos especialistas. Na verdade, eles ainda tentam descobrir por que isso não ocorreu até agora.

“Ainda é um desafio entender como a febre amarela não voltou para os centros urbanos, já que temos um grande número de pessoas que vão a áreas endêmicas para turismo ou a trabalho e voltam para cidades infestadas de Aedes aegypti“, diz Eduardo Massad.

O médico e pesquisador Carlos Brito, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), concorda. “Dizemos que a febre amarela só não voltou ainda às cidades porque Deus é brasileiro. É uma preocupação real.”

Os pesquisadores tentam compreender se o Aedes aegypti teria, por exemplo, menos competência como vetor da febre amarela do que da dengue, da chikungunya e da zika, outros vírus da mesma família.

“Hoje os deslocamentos de pessoas pelo país são muito mais rápidos. Por isso, estes vírus se disseminam com mais facilidade. O fato de a febre amarela ainda não ter se disseminado no país todo é um alento, que dá expectativa de que não aconteça o mesmo que ocorreu com zika e chikungunya nos últimos dois anos”, afirma Brito.

“Mas uma coisa é fato: se em 30 anos de dengue batemos recordes de números de casos em 2015 e em 2016, não é porque a população brasileira cresceu. Isso mostra que perdemos o controle do mosquito.”

Vacina

O Ministério da Saúde recomenda a vacina para pessoas a partir de nove meses de idade que vivem nas áreas endêmicas ou viajarão para lá e a partir dos seis meses, em situações de surto.

Segundo a pasta, todos os Estados estão abastecidos com a vacina e o país tem estoque suficiente para atender a todas as pessoas nestas condições.

Para Massad, no entanto, o governo deveria elaborar uma estratégia para ampliar a vacinação contra a febre amarela em todo o país, incluindo as zonas costeiras, onde estão alguns dos maiores centros urbanos, que não são consideradas endêmicas.

De acordo com o ministério, apenas os Estados de Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da Área com Recomendação para Vacinação (ACRV) de febre amarela.

Mas enquanto ainda não se explica como o vírus se manteve fora das cidades durante os últimos 75 anos – mesmo com o aumento da infestação pelo Aedes aegypti – o pesquisador continua preocupado.

“A probabilidade de levar uma picada de Aedes aegypti no Rio durante o Carnaval é 99,9%. É inescapável. As pessoas ficaram preocupadas com Olimpíada, Copa do Mundo. Isso é besteira. Imagine se chega alguém com febre amarela no Rio no Carnaval.”

FONTE: BBC Brasil
Camilla Costa