Leandro Karnal: o mal-estar na civilização

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A partir da aceleração do mundo, facilitada pelas mudanças tecnológicas, o encontro reflete sobre Zygmunt Bauman e a releitura do mal estar da civilização de Freud. Entre os pensamentos dos autores houve a reflexão dupla sobre o poder destruidor da guerra e o poder de um novo ethos dado pela internet. Em meio a tantos caminhos possíveis, a nossa vontade de segurança é redefinida pelo caráter passageiro e contraditório do individualismo que se exibe a todo instante em redes. Como pensar o instantâneo que aspira ao total e a permanência do efêmero? Como repensar a memória da barbárie declarada e objetiva das guerras em meio à sutileza de outra destruição, a do homem individual e livre?

Fonte: Território Conhecimento

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