RefugiadAs

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Elas não precisam falar nada para sabermos que os turbantes, os vestidos super coloridos ou os véus discretos que cobrem o pescoço não são daqui. A cor da pele também é diferente, seja a de mulheres quem vêm do Congo ou de Duma. São mais de 80 nacionalidades, a maioria da África, Oriente Médio e Haiti. Até 2012, a Caritas, que atende refugiados há 40 anos em São Paulo e no Rio, recebia no máximo 10% de mulheres solicitantes de refúgio. Nos últimos cinco anos, o cenário mudou: mais refugiadas chegam sozinhas ou com crianças, sem os companheiros, sem a família. Em 2017, houve um aumento de 34% em relação aos últimos cinco anos. Entre elas, as grávidas também chamam a atenção. Preferem ter o filho fora do país que está em guerra ou numa disputa política entre tribos e salvar a própria vida.

Fonte: TV Brasil

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