Embalagens comestíveis ativas

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Plásticos oriundos de petróleo são um problema ambiental, pois demoram cerca de 400 anos para se decompor. Pensando nisso, a pesquisadora Marcia Regina de Moura Aouada, da Unesp de Ilha Solteira, estuda embalagens comestíveis ativas. Ela e sua equipe criam plásticos biodegradáveis que podem ter aditivos de polpa de frutas, temperos e especiarias, adicionando sabor e aroma que podem ser incorporados ao alimento embalado.

Fonte: TV Unesp